sexta-feira, 24 de junho de 2011

Segredos, Mentiras e Emoções - Capítulo 14

Alex tomou uma decisão drástica em sua vida. Por ser seu primeiro amor verdadeiro, considerou que, sem a presença de Patrícia, não fazia muito sentido continuar seguindo uma vida sem ter ninguém a seu lado. Passou a se isolar mais no colégio e a fingir que se alimentava. Como não havia um monitoramento sobre quais meninas faziam as refeições, foi fácil para Alex fingir que se alimentava. Não conversava com Sophie, mesmo estando diante dela. Preferia passar a hora olhando para algum ponto específico ou algum objeto, mas nunca para a psicóloga. Sempre deixava Sophie falando sozinha tentando uma resposta, mas não pronunciava nenhuma palavra, e, no íntimo, até achava engraçado, pois Sophie parecia perder a paciência com tanto silêncio.

Quando saia da sala, Alex sempre dava uma gargalhada, porque sabia que, uma hora ou outra, Sophie iria desistir de tentar falar com ela.

Sophie sempre tentava fazê-la falar dizendo o que a ajudaria, mas Alex a ignorava e não olhava para seu rosto. Quando a hora de atendimento acabava, saia sem se despedir ou falar qualquer coisa. Isso irritava ainda mais Sophie que não podia fazer nada.

Alex parou de realizar suas atividades porque não sentia disposição e força suficiente para executá-las. Teve um desmaio dentro da sala de aula, o que chegou a preocupar Judith. Levada para a enfermaria, se recusou a seguir as indicações do médico. Voltou para o quarto para descansar e também recusou a refeição que lhe fora servida.

Susan soube por Judith que Alex não estava se sentindo muito bem, mas somente decidiu ir ao colégio para averiguar se era verdade no dia seguinte. Queria conversar com Sophie e ver se esta estava conseguindo ter algum resultado com a menina.


No dia seguinte, Susan foi ao colégio pela manhã. Não haveria aula naquele período, pois as garotas iriam a uma excursão em uma empresa no centro da cidade. Alex preferiu não ir, disse estar indisposta e conseguiu liberação. A única alternativa foi ficar a manhã nadando na piscina do colégio.

Susan chegou por volta das dez da manhã e se dirigiu ao consultório de Sophie. Queria falar com ela primeiro. Da sacada do consultório pôde ver que Alex estava na piscina. Ficou um tempo olhando para ela. Encostou-se à janela e conversou com Sophie dali mesmo.

-- Por que ela me dá tanto trabalho? Não entendo o porquê de ela estar tão chateada com a gente. Queria que entendesse que errou, mas que queremos o bem dela.

-- Talvez ela queira um pouco de atenção. Logo essa fase passa e ela volta a se comportar como antes.

-- Como ela pode estar tão tranquila com estes acontecimentos, enquanto a gente fica nesta preocupação toda?

-- Ela é uma criança. Não compreendeu o que lhe aconteceu ainda. Deve ser muito inocente em certos assuntos, por isso agiu da forma que para ela estava correta.

Alex viu uma escadinha para as crianças menores de um lado da piscina e pensou que ali seria o lugar menos improvável de alguém ficar preso. Mas para tudo existe uma primeira vez. Mergulhou e passou o braço de modo que ficasse presa. Se quisesse poderia ter saído de lá, mas estava disposta a arriscar. O pouco de coragem que tinha a fez optar por uma decisão não muito agradável.

Susan ficou olhando para a piscina e não viu sinal de Alex. Esteve todo o tempo observando-a e não a viu sair da piscina. Tentou levantar para ver melhor, o que chamou a atenção de Sophie.

-- Algum Problema?

-- Alex estava nadando, mas não estou mais vendo ela.

-- Ela deve estar mergulhando. A professora disse que ela nada muito bem.

-- Não sei... É melhor eu ver o que está acontecendo.

Alex já perdia os sentidos, porque, além de prender a respiração, ainda se mantinha presa na escadinha de modo que a impedisse de se libertar e alcançar o topo. Não soube explicar quando tudo começou a escurecer, mas sentiu um puxão.


Susan a viu presa na escadinha e não pensou duas vezes, saltou na piscina e puxou Alex para fora d’água. Com a ajuda de Sophie, que neste meio tempo havia solicitado ajuda, colocou ela na beira da piscina e fez respiração boca a boca para que ela voltasse a respirar. Alex voltou, mas ainda se sentia fraca e foi levada para o hospital para ter um tratamento melhor.

Durante o percurso Susan começou a chorar porque, de certa forma, o que estava acontecendo em parte era sua culpa. Ficou o tempo todo do lado de Alex. Vez ou outra pegava a mão dela e fazia um carinho. Vê-la frágil daquele modo só a deixou com mais dor no coração por fazer a filha passar por tantas coisas ruins nos últimos dias.

Alex ainda descansava no quarto, e enquanto o médico verificava seu estado, ela acordou.

-- Que bom que você está bem!

--Não estou morta?

-- Claro que não! Estava desejando isso? – o médico olhou para o rosto de Alex que desviou para outro lado.

Alex respirou fundo, olhou em volta do quarto e notou que estava em um hospital particular. Tentou imaginar como seria sua vida depois daquele episódio, mas assim que percebeu que o médico abria a porta para que umas pessoas entrassem, respirou mais fundo ainda. Era hora de encarar não uma, mas quatro pessoas. O médico deixou que entrassem. Alex não tinha coragem de olhar nos olhos de cada um. Procurou um ponto no quarto para onde direcionou o olhar.

-- O meu bem, como pôde fazer uma coisa dessas? Se não fosse por sua mãe... – Robert já se preparava para falar alguma coisa, mas ouviu a voz de Alex interrompê-lo.

-- Não estaria aqui! – olhou para ele com um rosto nada satisfeito.

Robert preferiu ficar em silêncio, não queria piorar o estado de ânimo de Alex.

-- Por isso vou cuidar dela... Comigo ela não fazia estas coisas. Quero cuidar para que ela não venha a cometer este tipo de ação novamente. -- Bárbara falou tentando tocar o rosto de Alex, mas esta não queria se deixar ser tocada.

-- Não quero ficar com nenhum de vocês!

-- Uma decisão que você não pode tomar sozinha. Como ainda é menor de idade, nós iremos decidir com quem você irá ficar. – Susan disse de forma autoritária.

-- Legal! Não tenho nem mais o direito de opinar sobre minha própria vida!

-- Estamos cansados de você fazer coisas erradas! Assim que a decisão do juiz for tomada você poderá seguir sua vida da forma que escolhermos. - disse Susan, impaciente.

-- Que bom! Deixei de existir!

-- Então fale, amor, com quem você quer ficar? -- Michael disse, tentando saber da decisão da filha.

-- Nenhum de vocês! Ninguém acredita em mim! Sou considerada a ovelha negra da família, uma marionete nas mãos de vocês! Só quero me libertar de todos e viver minha vida sem ter que me deparar com vocês a cada minuto.

-- É? Pois bem, isso não irá acontecer. Você é jovem demais.

-- Esta semana você ainda ficará no colégio, mas, depois da decisão do juiz, vai ficar comigo. – disse uma Bárbara confiante que ganharia a causa.

-- Comigo você quer dizer. - reclamou Susan.

-- Você tem três filhas, por que não me deixe em paz?! 

Alex não mostrou ânimo quanto à decisão que Susan queria.

Os quatro ainda ficaram alguns minutos no quarto, mas logo foram embora.

-- Ela está com muita raiva da gente. – disse Michael para Bárbara, mais foi Susan quem respondeu.

-- Mas ela é a errada nesta história. Agora fica se pondo de vítima.

Nenhum dos três que estavam presentes quisera comentar a fala de Susan. Saíram em carros separados com planos diferentes de reaver Alex.


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CAPÍTULO 13                                                                                                              

Katherine Moenning ou simplesmente Shane McCutcheon

A famosa Shane de The L Word, claro que ela não iria ficar fora da lista. Gata do jeito que é.
Fora as mullheres maravilhosas que ela pegou contracenando e também fora do set de filmagem. Merece seu espaço por aqui também. kkk


















OBS. Se você é dono dos direitos de reprodução das imagens acima, favor enviar um e-mail para alecky7@yahoo.com.br que eu as retiro do ar.

domingo, 19 de junho de 2011

Loving Annabelle - Parte 1

Bem começando a mostrar imagens do filme vencedor da enquete. Adoro o filme, já digo kkk.















Dia dos Namorados

Pelo visto ninguem quis me alugar kkk. To ruim mesmo, nem me alugando a coisa desenrola.
Bem, brincadeiras à parte, foi até proveitoso por que não dá para alugar uma pessoa que mora em uma cidade muito longe. Outra, foi uma brincadeira na qual queria testar para ver se as pessoas comentariam sobre o fato.

Eu particularmente, jamais faria isso, não sou este tipo de pessoa e não ficaria com alguem só por uma brincadeira.

Mas vamos as respostas.

3 comentários:

Anônimo disse...
Vale para algo mais que beijo. Uma mão boba pode acontecer tambem.
Andre disse...
Só mulher ou homem pode entrar nesta dai também.
Anônimo disse...
Juiz de Fora é muito longe de onde eu moro. se estivesse ai, ia te alugar. Te pagaria com beijos pode ser.
  • Parece que ninguém quis se identificar, o que mostra que nem todo mundo tem confiança em deixar o nome esposto. Eu concordo com isso, tem pessoas que não sente-se bem mostrando o nome por que podem não ser lésbicas/gays. Eu mesma comento em vários Blogs, Sites, as vezes me identifico, mas na maioria não. Precisamos de ter segurança para fazer sem que soframos retalhações. Respondendo ao segundo comentário. Somente Mulher mesmo, por que é bem melhor  kkkkk. Para  o primeiro comentário, ja digo não sou garota de programa, fiz um teste que provavelmente não levaria a serio, pois o que fiz foi perguntar: O que vocês acham que eu deveria pedir por me alugar assim? Não disse em hipótese alguma que iria adiante, somente o que vocês achariam que eu deveria ter pedido por me alugar.           Gostei do terceiro comentário, foi bem simples e objetivo kkkk.           Então, agradeço a quem comentou ou apenas marcou a reação, obrigada e estou sempre aberta a novas ideias, podem mandar via comentario ou email.

domingo, 5 de junho de 2011

Primeiro Beijo na tv aberta.

Como eu esqueci de comentar sobre isso. Bem já tá todo mundo sabendo, mas é que realmente esqueci de comentar aqui, então não deixando o comentário esfriar já digo o que acho. Bem gostei muito sou fã da da Gisele Tigre, acho ela muito bonita e boa atriz também. O beijo foi muito bem, menos é claro as roupas, a música ao fundo, algumas cenas como a do pé. Mas estamos falando de beijo, então foi ótimo, pois não foi um leve encostar de lábios como em outra novela ai e nem selinhos que se você piscasse não via nada kkk. Valeu SBT, pelo menos foi beijo de mulher, mesmo que para atiçar a libido masculina. O que importa é que teve beijo.

Como disse mulher é tudo de bom.













Alugo-me!


Dia dos namorados solteira não dá!

Então estou  me Alugando e prometo dar beijos na boca, abraços e saio de mãos dadas. Prometo ser discreta e se rolar algo verdadeiro prometo que te peço em namoro.

O que vocês acham que eu deveria pedir por me alugar assim?

 Ps: posso divulgar sua resposta depois?

sábado, 4 de junho de 2011

Segredos, Mentiras e Emoções - Capitulo 13

Bárbara e Susan ficaram estáticas na porta ao se depararem com aquela cena. Susan ainda mantinha a mão sobre a maçaneta e, sem desviar os olhos da cena, fechou a porta. Com o choque, as duas ficaram em silêncio sem ter o que falar.  Sentaram-se em um banco no corredor e não se ouvia um barulho além das respirações de ambas.

No quarto, Patrícia não estava mais envergonhada porque no momento que iria dizer alguma coisa a Alex, foi interrompida pela única pessoa que jamais pensaria ver pessoalmente. Sua atriz favorita. Começou a se vestir rapidamente sem olhar para o rosto de Alex.

-- Paty, me desculpa! Por favor, eu não sei o que elas vieram fazer aqui!

Alex tentava dizer alguma coisa que pudesse fazer Patrícia olhar para o seu rosto. Mas era impossível. Esta vestiu-se e saiu do quarto. Foi neste momento que ouviu uma pequena parte da conversa que se iniciava no corredor.

-- Eu disse todo o tempo que ela era uma péssima pessoa.

-- Meu Deus, minha filha é...

Não terminou de dizer a frase e olhou para a garota que saía cabisbaixa tentando evitar de olhá-las. Sem demora as duas entraram no quarto novamente.

-- E depois disto ainda se julga inocente, Alexssandra? – Susan não perdia a oportunidade de alfinetar a filha. Olhou para o estado da cama e balançou a cabeça de forma negativa.

-- O que vocês estão fazendo aqui?! Posso saber?! – Alex já estava impaciente. Tudo de errado resolveu surgir na sua vida naquele mês. Só podia ser praga.

-- Queríamos conversar com você, mas depois disto não permitiria que você voltasse para minha casa. Onde já se viu, uma filha minha ficar com outra mulher?!

-- Nunca que voltaria para a sua casa. Aquele lugar é o último lugar do mundo que gostaria de pisar!

-- Alex! ... – Bárbara iria comentar alguma coisa, mas foi impedida por Alex.

-- Nem precisa falar nada. Vocês são uma dupla de... Nem tenho palavras! Por que não me deixam em paz pelo menos uma vez na vida?! Que coisa!! Já estou cansada de tudo isso! Estou cansada de vocês duas, de suas famílias, de...

Não terminou a frase. O que vinha a seguir em seu pensamento não era algo que fosse novo para ela, mas algo que passou a existir desde o momento em que foi expulsa de casa. Uma enorme vontade de não existir. Afastou aquele pensamento e encarou o chão em silêncio.

-- Estou muito decepcionada com você, Alex. Viemos aqui para resolver esta situação, não imaginava que você mantinha este tipo de relacionamento. Eu nem sei o que dizer.

Bárbara falava com pesar na voz, mas sabia que por mais que as palavras que saíram de sua boca fossem difíceis, tanto para ela dizer quanto para Alex ouvir, tinha de por para fora o que pensava.

-- Esperávamos mais de você. O que você deseja com todos estes problemas que vem nos causando, Alex? – Susan parecia nervosa ao dizer aquelas palavras. Seu olhar buscou os olhos da filha, queria entender o que estava acontecendo e tudo ao mesmo tempo.

-- Não tem nada que eu diga que faça com que vocês acreditem em mim. Acho que, pelo bem de todos, deveríamos nos afastar. Definitivamente. – Alex falou de forma racional o que chamou a atenção das duas.

As três mantiveram um silêncio no quarto durante algum tempo. Logo em seguida Susan chamou Bárbara e saíram do quarto. Não comentaram mais nada, não falaram ou fizeram acusações. Simplesmente se retiraram do quarto. Alex deitou na cama e pensou em Patrícia. Não demorou muito e pegou no sono.

--

Susan chegou em casa e encontrou Verônica e Sthefany conversando na sala. As duas perceberam que sua mãe havia chegado com um rosto meio pálido. Esta sentou no sofá e respirou fundo antes de tomar coragem e relatar o que havia visto.

-- Acreditam que sua irmã estava fazendo sexo com uma garota?

As duas ficaram espantadas com a notícia. Sthefany abriu a boca, mas não conseguiu dizer nada.

-- E depois você acha que ela não merece uma punição, mãe?

Verônica dizia isso mais por si do que para sua mãe. Queria se vingar de Alex e talvez ali, depois daquela notícia, saberia realmente que poderia fazer alguma coisa contra ela. Saiu da sala e foi para seu quarto pensar em alguma coisa para se vingar da irmã. Não sabia definir por que um sentimento de vingança estava em seu coração, mas sentia vontade de deixar Alex mal pelas coisas que estava fazendo. Puniu-se pelo pensamento, mas realmente queria fazer alguma coisa para ver se aquele sentimento ia embora.

Susan ainda permaneceu na sala conversando com Sthefany, mas pouco depois se recolheram para os quartos.


No dia seguinte, Alex queria a todo custo falar com Patrícia, mas esta a estava evitando. Passou a manhã inteira tentando falar com ela e não conseguiu. Nem desconfiou que estava sendo observada por Verônica que foi ao colégio dizendo que ia fazer um trabalho, quando na verdade estava lá para espionar a irmã e colocar seu plano em ação.

Quando conseguiu finalmente encontrar com Patrícia a chamou para conversarem, mas esta praticamente ignorou tudo que queria falar. Disse que não tinham mais nada e que era para Alex se afastar, por que precisava de tempo para pensar.

Na cabeça de Patrícia, Alex mentiu sobre tudo que havia dito, sobre não ter pais, não ter um lugar para morar. Não queria se permitir em entregar seu maior sentimento para uma garota que não falava a verdade. Conversaram bem menos tempo do que o desejado por Alex, mas o suficiente para Verônica que procurou saber quem era a garota. Verônica foi ao arquivo procurar por informações da garota e conseguiu os dados que precisava. Assim que saiu do colégio ligou para a mãe de Patrícia que, chocada diante da notícia que recebeu, não fez outra coisa a não ser decidir pela saída da filha daquele colégio. Apesar de ser um dos melhores colégios da região, ela não podia se ver envolvida em um escândalo como aquele. Poderia até mesmo perder o emprego que havia conseguido com tanto suor.

Em poucos minutos Judith recebeu uma ligação que solicitava a transferência de Patrícia para um colégio público, o colégio Miller. Terminado o telefonema Judith chamou Patrícia para uma conversa. Esta não entendeu o porquê fora chamada no gabinete da diretora, mas chegou e ficou quieta sentada na poltrona. Não iria abrir a boca para falar do que aconteceu, mas sabia que provavelmente aquilo já não era uma informação que podia guardar somente para si.

-- Sente-se, Patrícia. Tenho uma noticia não muito agradável. Recebi a pouco uma ligação de sua mãe solicitando a sua transferência para um colégio público. Segundo ela, o colégio fica próximo a sua residência e vem crescendo de prestigio na cidade. A escola disponibilizou um carro para levá-la assim que estiver pronta.

-- Tudo bem. Irei arrumar minhas coisas. Mas ela chegou a mencionar o motivo desta mudança no meio do ano? – Ficou preocupada e querendo saber se a diretora já sabia do que havia acontecido.

-- Não. Ela não me informou. Mas disse que vocês poderiam estar mais perto uma da outra. Parece que sente falta de você.

Patrícia fingiu acreditar no que Judith falou, mas sentiu que havia alguma coisa de errado. Como não podia fazer nada resolveu ir para seu quarto arrumar as coisas. Enquanto arrumava, começou a chorar percebendo que deveria ter dito a Alex que também a amava, mas que provavelmente teria de esquecê-la. Pensou que, estando em outro lugar, as coisas seriam mais fáceis. Quem sabe encontrasse alguém por quem pudesse ter os mesmos sentimentos que nutria por Alex. Assim que terminou de arrumar as malas, seguiu para onde estavam suas amigas e se despediu delas. Inventou uma desculpa por sair tão repentinamente daquele colégio e se encaminhou para o veiculo que a aguardava do lado de fora do colégio. Não viu Alex neste percurso e sentiu-se bem melhor por não ter visto. Não saberia qual reação teria ao encontrá-la.  Queria muito falar com ela, mas ainda precisava digerir a frase que Bárbara havia soltado.

“Ela tem família. Por que mentiu para mim?”. Esta pergunta ficou martelando em sua cabeça. Não sabia o porquê se sentia tão vazia ao deixar aquele lugar, sempre quis sair de lá, mas depois dos últimos acontecimentos o que mais queria era continuar.

Quando Alex viu Patrícia se dirigindo para fora do colégio munida com malas, tentou impedi-la. Aproximou-se e tentou falar com ela, mas ela não queria olhar em seus olhos. Não disse nada, apenas continuou caminhando. Alex a acompanhou chorando. Era visível que sentia alguma coisa por ela, mas perdê-la assim era muito triste. Olhou o carro se afastar levando uma das pessoas que mais a fizeram se sentir viva nos últimos dias.

Perguntou-se se aquilo não fora mais uma das ações de Susan para deixá-la mais sozinha do que já estava. Voltou para o quarto e ficou pensando em como sair daquele colégio. Sem a presença de Patrícia ali, não havia motivos para continuar naquele lugar. Poderia sair e começar sua vida do zero em outro lugar, em outra cidade.

Passou a tarde toda no quarto e resolveu caminhar pelo colégio a fim de descobrir um ponto nos muros por onde pudesse escapar de lá. Pegou um livro e fingia que o lia, enquanto observava cada canto do colégio. Um único lugar parecia provável de escapar, mas era próximo a casa do vigia. Precisava ter muita cautela para realizar a fuga, pois precisaria saber o exato momento que o vigia não estivesse por perto.

Esperou dar umas 22 horas para poder sair sorrateiramente pelo colégio. Foi em busca do que seria, para ela, a liberdade. Mas seu plano não foi bem executado, pois enquanto tentava fugir o segurança que não estava no dia anterior no colégio a encontrou e a levou de volta. Alex ficou pensando na sua falta de sorte. Era azar demais que surgia em sua vida. Tudo parecia uma enorme conspiração, nada dava certo. Parecia que a única alternativa que tinha era sua não existência, mas isso não tinha coragem de fazer.


 CAPÍTULO 12
CAPITULO 11
CAPÍTULO 9
CAPÍTULO 8
CAPÍTULO 7
 CAPÍTULO 6                                               
CAPÍTULO 5
 CAPÍTULO 4
CAPÍTULO 2
CAPÍTULO 1

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Claudia Ohana

Bem vão me perguntar por que ela entrou na lista, e já vos digo. Ela é minha atriz favorita, linda sim. Adoro ela, os papéis que faz nas novelas. Aliás se ela tá em uma novela o único motivo para ver é por ela. Claro que se tiver casal Les pode ser que eu anime, o que é bem dificil. Mas vamos lá. Só pelo papel da Natasha em Vamp ela já deveria levar um enorme post aqui. Adorava ela lá e de toda a história, corria da aula pra ver ela, mesmo que pela biolionésima vez que reprisava.
 
Atriz incrível, talentosa. Perfeita.













OBS. Se você é dono dos direitos de reprodução das imagens acima, favor enviar um e-mail para alecky7@yahoo.com.br que eu as retiro do ar.