quarta-feira, 30 de março de 2011

The L Word

Nem precisa citar o nome da série não é: The L Word


Bem como não dá para falar tim tim por tim tim do capítulo, por que deve ter gente que não viu ainda, vou colocar algumas fotos, para não dizer várias fotos. Todas do capítulo um e desta forma vou fazendo até o fim. Mas como tenho colocado poucas fotos, então vou repartir o capítulo um em vários posts, para caber todas as fotos que achei interessante mostrar. Começando claro pelo casal mais fofo e da pegadora Shane.















segunda-feira, 21 de março de 2011

Os Dilemas de Karol - Capitulo 16 – Pendências a Resolver

Bianca ficou estática ao ver Karol. Em seu rosto um vermelho pelo encontro, um rubor que denunciava a vergonha que sentia em estar diante de alguém que a tocou profundamente.

Fabiana ficou do lado de Karol e, involuntariamente, passou o braço ao redor da cintura dela.

-- Já conhece a minha mulher, Bianca? -- disse isso com propriedade, como que se quisesse afastar qualquer tipo de contato ou aproximação por parte da mulher. O timbre da voz saiu um pouco áspero, como se ali houvesse uma concorrente para atrapalhar o seu amor.

-- Sim. Eh... Karol, será que podemos nos falar a sós?

Bianca estava visivelmente trêmula. Não esperava encontrar Karol tão rápido e muito menos que esta estivesse em algum relacionamento. Olhou para o rosto de Fabiana e teve até medo de falar mais alguma coisa. Ela parecia querer voar em seu pescoço.
    
-- Não sei se é uma boa idéia! Não conheço a história de vocês, mas não quero que minha mulher fique perto de você. -- Fabiana não queria admitir que sentia ciúme e manteve a pose de forte diante de Bianca.

-- Amor, vem aqui um instante. -- Karol levou Fabiana para um canto, olhou nos olhos dela e disse que iria conversar com Bianca.

-- Ela faz a maior sacanagem com você e é perdoada! Karol, para de ser boba! Ela não te merece!

-- Epa, epa! A minha mulher aqui é você! Que história é essa de ela não me merecer?! Está tirando o corpo fora de nossa relação ou o quê?!

-- Não foi o que eu quis dizer... Ai, desculpa... Estou muito nervosa. -- respirou fundo várias vezes, olhou bem nos olhos de Karol e segurou suas mãos. -- O que eu queria dizer é que ela não merece que você dê atenção a ela.

-- Ninguém mais no mundo, além de mim, sabe o que eu passei quando estava com ela. É certo que ela me magoou, acabou com meus sonhos, mas preciso ouvir o que ela tem a dizer. Nada vai mudar entre a gente, você sabe que eu te amo... Fabi, olha pra mim... -- tocou-lhe o rosto com carinho. -- você sabe que eu te amo, não é?

-- Sei, mas ela... Ela... É tão linda... E se você chegar lá e não raciocinar direito?

-- Ai, que maravilha! Minha mulher acha que sou uma qualquer! Deixa de bobagens! Ela não vai me fazer mudar de idéia. Me dê um tempo para resolver esta situação. Aproveita e bebe um pouquinho, por que você está muito nervosa. Ou melhor, nada de bebidas, tome um ar fresco. Não se preocupe, amor, eu não farei nada de errado. Prometo.

Fabiana viu sua mulher afastar-se dela e ir em direção a Bianca que a olhava fixamente. Bianca tentou esboçar um sorriso, mas vendo que Karol permanecia séria, preferiu não sorrir. Foram para uma área reservada onde pudessem conversar com calma. Sentaram-se em um pequeno sofá do lado de fora do salão e ficaram algum tempo em silêncio, até Bianca falar.

-- Me desculpe, Karol, eu fui uma idiota... Deus sabe o quanto me arrependi das coisas que fiz...

-- Você foi mais que idiota, foi uma canalha! Como você pode fazer aquilo comigo?! Foi minha primeira vez, tava tudo perfeito até você chegar com esta história de namorada! Me senti usada, como se fosse um objeto qualquer que é descartado quando não tem mais serventia. Me explica o que aconteceu! Por que me escolheu para fazer aquilo?

-- Não é tão simples... Sei que é pedir muito ter seu perdão, mas vou fazer de tudo para que  aconteça. Meus amigos me propuseram uma aposta... A princípio não queria magoar você, mas, quando me envolvi, percebi que uma de nós iria sair machucada... E só pensei em mim... Fui orgulhosa demais, deveria ter cedido...

-- Cedido? Cedido a quê? -- Karol não estava entendendo o que Bianca queria dizer com aquilo.

-- Eu comecei a gostar de você de verdade... Mas não admitia isso. Eu namorava com a Renata e ela sempre foi meu pilar. Me ajudava em tudo, era minha vida. Entrei nesta estupidez de aposta e perdi as duas mulheres por quem já tive sentimentos em toda minha vida. Hoje vivo de ajudar em programas sociais, tentando recuperar o que eu joguei no lixo. Tento dar felicidade a outras pessoas, já que a minha eu mesma joguei fora.

-- Olha, eu sei que isso que você está fazendo é importante, mas o que fez comigo foi horrível. Você me usou descaradamente! Não se arrependeu em um momento sequer! Poderia ter terminado antes de eu me apaixonar por você...

-- Eu sei... Me perdoa, não sabe o quanto sofri... Tive até internada, pois fiquei depressiva... Somente este trabalho me trouxe um pouco mais de felicidade. Karol, me perdoa... Eu deveria ter admitido que estava me apaixonado por você, mas não podia perder a Renata... Ela sempre foi tudo pra mim, quando a perdi não sabia que rumo tomar em minha vida.

-- Quanta consideração! De mim não se lembrou! Preferiu me ver sofrendo para não ferir seu orgulho...

Enquanto conversavam, Fabiana ficou de longe, bebendo taças e mais taças de vinho. Alguns amigos tentaram fazê-la parar, mas era impossível. A cada expressão que via no rosto de Karol tomava um gole de vinho. Ficou desta forma até não ter mais nenhum controle de suas ações. Levantou bruscamente de onde estava sentada e foi em direção as duas, mas, por sorte, Karol a viu e, juntamente com dois ajudantes, a levou para um local mais reservado. Fabiana começou a querer gritar e Karol tentava acalmá-la. Um dos seguranças se prontificou a levá-la em casa, mas Karol preferiu pegar um táxi.

Fabiana estava com os olhos fechados e não notou que Bianca pediu para ajudá-las. Como não pode recusar pelo estado da namorada, Karol aceitou. Pegaram o carro de Fabi e foram para o apartamento dela. Bianca desculpou-se mais uma vez e chamou um táxi, não queria estragar a vida de Karol novamente, mas o que queria de fato era voltar às boas com ela.

Karol preparou um banho para Fabi. Encheu a banheira de sais aromáticos e enquanto tirava a roupa dela, sentia-se muito culpada pelo que aconteceu. Fabiana ficava repetindo a mesma pergunta: se ela ia deixá-la pra ficar com Bianca. Seu coração ficava apertado quando ouvia. Sabia que não havia sentido falta de Bianca, mas queria esclarecer por completo toda aquela história. Não queria deixar margem de dúvida sobre o sentia por Fabiana.

Levou-a até a banheira e ficou dando um banho calmo nela. Acomodou-a de modo que ficasse de costas, passando-lhe o sabonete pela pele e se deliciando ao ver que os pelinhos se eriçavam pelo corpo úmido. Abriu um sorriso e continuou percorrendo a geografia esplêndida de sua amada.

Depois de quase uma hora naquele banho, as duas foram para a cama. Fabiana estava bem melhor, mas o sono a venceu e Karol ficou deitada de frente para ela, acariciando seu rosto.



Na manhã seguinte Fabi acordou com uma enxaqueca terrível e ligou para a firma informando que não iria trabalhar. Karol queria ficar cuidando dela, mas Fabi não permitiu que ela faltasse mais por sua causa. Queria conversar com ela assim que retornasse do trabalho.

O dia, como esperado, custou a passar, mas, quando chegou em casa, Karol foi recebida por um beijo terno e um abraço de Fabi. Esta havia preparado um jantar romântico para elas, além de um banho para sua amada. Queria mimá-la de todas as formas. Não queria pensar em perdê-la de modo algum.

Karol adorou todos os detalhes. Tomou um banho relaxante e foi saborear o jantar feito especialmente para ela. Fabi parecia um daqueles cavalheiros, puxando a cadeira para ela, a servindo, sempre olhando em seus olhos. Tudo na mais perfeita tranqüilidade.

-- Queria pedir desculpas pelo meu comportamento de ontem. Não consegui me controlar... Queria ir até lá e... Desculpa...

Karol colocou a mão por cima da de Fabiana e apertou um pouco. Queria deixá-la segura com este único gesto.

-- Fica tranqüila, amor... Não sabia que era tão ciumenta assim. Pelo menos uma coisa já está certa em nossa relação.

-- Como assim? Não entendi.

-- Bem, depois de seu showzinho, com certeza todos sabem quem somos um casal. Você ficava repetindo aos mil ventos para não te deixar... Pelo menos uma coisa boa aconteceu nisso tudo: o pessoal de seu trabalho foi bem educado... Aceitaram ou se forçaram a aceitar que estamos juntas.

-- Não acredito que fiz isso! Nossa! Eu não me lembro de nada, mas quando te vi com ela e quando vocês sorriam, fiquei com muito medo de te perder. Parecia que alguma coisa era arrancada de meu peito. Amor, esta sensação foi muito ruim.

-- Sabe que eu preciso terminar aquela conversa com a Bianca, não é?

Fabiana virou o rosto. Não queria admitir que sentia ainda mais ciúmes. Respirou fundo umas três vezes, e confirmou com a cabeça.

-- Até dois dias atrás você estava que era só elogio pra cima da Bianca e agora você me vem com este ciúme. Tem alguma coisa para me contar?

-- Você não viu como ela é bonita? Quando vocês disseram já se conhecer, meu mundo veio a baixo. Como posso competir com ela? Você disse que só teve duas mulheres na vida... E se voltar a se sentir interessada e quiser ficar com ela novamente?

-- Nossa! Cadê aquela mulher segura, que me fez esquecer o mundo para morar com ela? Amor, para de bobagens... Estou com você, não com ela. Não sinto vontade alguma de ter ela por perto a não ser estritamente no profissional. E, como vocês vão trabalhar juntas, não seria legal criar uma inimizade com ela. Depois de nossa conversa, verei se posso voltar a acreditar nela, mas, sinceramente, não a quero por perto com muita frequência.

-- Eu sei, amor... Também não sou de julgar ninguém, mas o que ela fez com você não tem perdão. Vou controlar meu ciúme e não vou atacá-la. Mas que deu uma vontade deu.

-- Fabiana!

-- Te amo sabia...

-- Não mais do que eu te amo. Agora me deixa experimentar o jantar feito por minha linda mulher eficiente, que me faz ficar cada dia mais apaixonada.

As duas terminaram o jantar e tiveram uma noite romântica, conforme Fabiana tinha preparado, mas a mente de Karol se voltava vez por outra na conversa que teria com Bianca. Sabia que só teriam de resolver alguma pendência, ou seu coração estava tenso por outro motivo?


CAPÍTULO 15
CAPÍTULO 14
CAPÍTULO 12
CAPÍTULO 11
CAPÍTULO 10
CAPÍTULO 9
CAPÍTULO 8
CAPÍTULO 7
CAPÍTULO 6
CAPÍTULO 5
CAPÍTULO 4
CAPÍTULO 3
CAPÍTULO 2
CAPÍTULO 1

domingo, 20 de março de 2011

Sites Nota 10

Ha vários sites que são conhecidos por terem milhões de acessos, milhões de comentários, milhões disso e milhões daquilo. Na verdade não me importo muito com isso, desde que consiga atingir a um público que seja interessado no assunto e não apenas aquele questionador que sequer tem uma mentalidade feita. São vários os sites que entramos durante o dia, ou durante um ano inteiro. Entramos, fazemos fita, comentamos, rimos das respostas, ficamos envergonhados por que não esperavamos receber tanto carinho.

Tem gente que diz que é passageiro, que logo saem do ar. Mas o mais importante é colocar de uma forma simples alguns detalhes que passaram despercebidos ou foram ignorados por outros. Vou citar alguns sites, claro que não dá para entrar na integra o que um site faz, isso vocêe vai descobrir entrando em cada páginas, mas vou fazer o possível de colocar um pequeno resuminho do que é cada um.

Claro que estou colocando sites, blogs ou fóruns que participo ou acompanho regularmente. Tem uns que até digo que sou meio viciada, pois entro diretamente. Adoro, são minhas paixões. Aqui vão alguns deles, entrem e se apaixonem. Hahaha.

Lebiscoito - Blog contendo várias informaçes sobre series, filmes ou alguma noticia lésbica.
Abcles-  Site com informações para lesbicas e meu favorito Histórias com conteudo lésbico.
Shari - Fórum sobre voleibol feminino. Oras eu ja joguei volei e é um dos meus esportes favoritos.
Leskut - Orkut para lésbicas, tenho até de dar uma passadinha lá, senao fica parecendo que abandonei.
ParadaLesbica - Responsável pelo leskut, e que também contêm informaçes, contos e etc, sobre lesbicas.
Amplosbo - Blog de conteúdo lésbico, com informaçes e noticias.

Tem outros claro, mas vai haver outros post para falar dos que acabei deixando de fora desta primeira lista de mais visitados por mim.

sábado, 19 de março de 2011

Segredos, Mentiras e Emoções - Capitulo 5

No dia seguinte, sexta feira, Alex foi para a sala de aula. Ficou observando como as coisas funcionavam ali. Foi na biblioteca pegar alguns livros para colocar o assunto em dia. Depois foi conhecer a área de lazer onde constava de uma sala de informática com dezenas de computadores conectados a internet, uma sala com jogos de mesa, mesa de ping pong, além de outras coisas que Alex não sabia exatamente o que eram. No fundo do salão havia algumas quadras esportivas e uma enorme piscina, que Alex se apaixonou na hora. Adorava nadar, desde pequena vivia na água. Fez escolinha de natação e até participou de algumas competições. Resolveu que iria nadar um pouco, já que tinha tempo livre de sobra para isso. Praticamente colocou a natação em todos os tempos livres que tinha. Pelo menos uma coisa naquele colégio conseguia desviar seus pensamentos dos últimos acontecimentos vividos por ela.

O dia estava custando a passar, mas Alex nem percebia, pois continuava nadando. Sabia que no dia seguinte não haveria ninguém ali, pois muitas meninas já estavam indo para a casa dos pais ou de algum responsável.

Na casa de Susan, ela estava conversando com Bárbara no escritório de sua casa, queria saber se ela tinha conseguido falar com Alex. Não se sentia bem em ligar diretamente para ela.

-- Acho que precisamos fazer alguma coisa, quando o juiz decidir com quem ela ficara vamos poder cuidar melhor dela. Estou morrendo de saudades dela.

-- Você é bem sínica. Causa tudo isso na vida da menina e ainda faz este teatrinho. Por isso é mesmo uma atriz. Pois saiba que quando ela for minha eu cuidarei dela pessoalmente. E não vou permitir que você se aproxime dela.

-- Acha que os erros que ela cometeu foi minha culpa. Acredito que tudo que ela fez hoje teve influencia direta de sua pessoa. E não me venha com a boa samaritana, sei muito bem que a convivência com este tipo de pessoa que você trabalha é mais que uma forte razão para ela ter tido aquele comportamento.

-- Como você só pode ser doida. Trabalho voluntario em uma instituição social não realiza este tipo de mudança na cabeça de ninguém. Se levei minha filha para lá é por que queria que ela soubesse que não há ninguém mais importante que o outro no mundo. Minha filha sabe diferenciar as coisa, sabe dar valor ao ser humano, diferente de você.

-- Eu sou a errada agora. Pois saiba que farei de tudo para recuperá-la.

-- Ou corrompê-la. Você a expulsou de casa, não se esqueça disso.

-- Você me apoiou, tem tanta culpa quanto eu.

-- E me arrepende de cada minuto do que fiz sendo influenciada por você. Não se preocupe assim que conseguir a guarda dela entrarei com um pedido de guarda permanente e com um detalhe, que você nunca mais chegue perto dela.

-- Não se preocupe, farei o mesmo. A propósito, para que saiba. A mídia esta de meu lado. Acha que minha influência não poderá me ajudar.

-- Que o mundo fique de seu lado Susan, o mais importante é que minha filha fique de meu lado, se isso acontecer, não importa com quantas pessoas terei de brigar para provar que sou perfeitamente capaz de cuidar dela. Você pode ser a atriz mais famosa do mundo, mas se ela não te aceitar, saiba que de nada adianta ter tanta fama e dinheiro. O mais importante virá do coração dela. Adeus.

Barbara já estava saindo quando viu Verônica se aproximar. Acenou para ela e saiu em seguida. Não estava disposta a ficar ouvindo as baboseiras de Susan. Preferiria gastar seu tempo conseguindo provas e meios de ter sua filha de volta. Mesmo que a discussão há pouco pudesse mudar alguma coisa, sabia que no fundo ainda dependia dela em alguns detalhes. Voltou para o escritório que trabalhava e foi pegar a pasta com todo o caso de Alex. Desde que nasceu guardava informações sobre tudo que dizia respeito a Alex. Queria entender por que agora as coisas pareciam ser tão diferentes.

Quando decidiram pela guarda compartilhada não sabia que estava dando um passo tão errôneo em sua carreira. Folheava todos os exames, anúncios, mas nada lhe dava uma luz de como poderia resolver aquele caso. E não conseguia enxergar nada com clareza, pois além de ser um caso pessoal, a vontade de estar certa era maior do que qualquer outra. Respirou fundo e tomou uma decisão. Pegou o telefone e ligou para um numero gravado em sua agenda telefônica.

Na casa de Susan, Verônica viu que a mãe estava indo para o quarto e foi atrás. Queria falar alguma coisa que pudesse animá-la, mas estava cansada de ver sua mãe gastar todas as energias e tempo para conseguir Alex de volta. Parecia que ninguém era mais importante que ela, e começou a sentir uma raiva por Alex ter ido praquela casa. Entrou no quarto de Alex e ficou olhando para ele, estava do mesmo jeito que Alex deixou quando saiu dali. Deitou na cama e ficou olhando para o teto. Do nada resolveu procurar alguma coisa no quarto dela, não sabia ao certo o que estava procurando, mas se o achasse seria importante para ajudar a sua mãe. A raiva que antes estava em seu rosto deu lugar a esperança de ajudá-la. “Quem sabe desta forma a gente volta a ser uma família”.

Abriu o guarda-roupa e ficou tirando tudo que estava lá dentro. Encontrou uma foto e ficou olhando para ela. Na fotografia estava toda a família reunida, Susan e Robert ainda estavam juntos e estavam abraçados as quatro filhas. Cada uma tinha um sorriso diferente e Verônica percebeu que havia muita semelhança de Alex com seu pai, até o sorriso era parecido. Havia tirado aquela foto no sitio do avô. Lembrou-se que foi em um final de semana maravilhoso que estavam toda a família reunida.

“Por que você foi acabar com nossa família Alex. Estávamos tão felizes, mas por sua culpa tudo se desfez”.

Pegou a foto e foi levá-la para a mãe, quem sabe poderia ajudar de alguma forma. Não chegou a esvaziar o guarda-roupa por completo e nem notou que bem no canto estava uma fita de vídeo que Alex havia trocado de lugar, que antes havia posto na gaveta do rack, mas preferiu guardar dentro do guarda-roupa, já considerava aquele lugar mais seguro para ela. Fechou o quarto e foi falar com a mãe.

No colégio era dia de sessão de filmes. Toda sexta-feira as garotas participam de amostras de filmes. Cada sexta era uma escolha que ficava em votação no painel da lanchonete. A escolhida daquela semana foi filmes baseados nas obras de Shakespeare. O salão estava vazio, pois a maioria das meninas já tinham ido para suas casas. Outras iriam pela manhã de sábado ou assim que os motoristas viessem buscá-las.

Alex sentou próxima a Kátia e Andréia. Não falou nada, só cumprimentou e ficou vendo o filme.

-- Por que você é tão calada. – perguntou Kátia reparando no modo como ela estava desde que sentou para ver o filme.

-- Não sei, é meu jeito. Mas também não tenho muito para falar, por isso prefiro ficar quieta, não quero criar nenhuma confusão.

-- Seus pais virão amanhã te buscar. Ou vão mandar alguém te pegar hoje. Andréia perguntou olhando diretamente para os olhos dela.

-- Não tenho pais, sou órfã.

-- Sinto muito. Como eram seus pais. Você chegou a conhecê-los não é.

-- Não os conheci. Mas acredito que deviam ter sido melhores que hoje.

-- Sabe acho que de todas que estudam aqui, somente você e a Patrícia que vão ficar no colégio. - Andréia disse enquanto se levantava para atender o telefone que estava vibrando.

-- Quem é Patrícia.

Kátia apontou, mas como estava escuro teve de dizer para que Alex entendesse.

-- Sabe aquela garota lá na frente. Terceira da esquerda para a direita. Esta com um rabo de cavalo. Viu. Ela é super chata, às vezes a mãe dela vem aqui, mas parece que é muito ocupada. A Patrícia passa a maior parte do tempo na internet. Uma coisa, ela é super metida.

-- Às vezes ela parece legal. Andréia disse enquanto sentava novamente.

-- Na parte do tempo em que está sozinha. Porque quando se junta com as outras meninas ela acha que é a senhora do mundo.

O restante da sessão de filmes seguiu normalmente sem nenhuma interferência por parte de Kátia ou de Andréia que deixaram Alex vendo o filme enquanto foram terminar de arrumar as coisas para viajarem.


CAPÍTULO 4
CAPÍTULO 2
CAPÍTULO 1

quinta-feira, 17 de março de 2011

Enquete

Boa tarde,

A série vencedora foi The L Word, desta forma irei postar um breve resumo contendo fotos claro de cada episódio deste seriado americano. Apesar de estar seguindo rigorosamente cada capítulo, não quer dizer que eu não vá postar de outras séries. Está será a que seguirei normalmente, mas irei postar outras para que o público possa conhecer mais séries com conteúdo aou alguma cena lésbica.

Beijo a todas (os).

Agradecimentos pelo capítulo 15

Ufa, antes que me apedrejem, o próximo não irá atrasar tanto.

Quero agradecer imensamente pelas idéias que recebi e mandar um oi especial para as duas que me ajudaram neste capítulo que são ninguém menos ninguém mais que Endless (você sabe quem é, é aquela escritora perfeita que vivo enchendo com meus comentários) te adoro e Renata que me acompanha no orkut fiquei muito feliz com suas iéias Renata. Muito, mas muito obrigada mesmo a todas. É claro que tem mais gente mas to postando aos poucos kkk.

Beijão e fiquem com Deus.

Os Dilemas de Karol - Capitulo 15 – Um encontro inesperado

Karol abriu o chuveiro mas foi surpreendida por trás. Era Fabiana que já entrava no banheiro e a abraçou por trás.

-- Tenho uma notícia amor. Meus pais querem que eu vá para o sítio da vovó para uma reunião de família. Falei e reclamei com ele, e advinha só. Você vai comigo.

-- O quê. Você está de brincadeira, não posso deixar o emprego para sair em suas viagens. Amor minha vida não é tão simples assim. – Karol não entendia por que ela tinha de deixar seu trabalho de lado para acompanhá-la em uma viagem que sequer queriam ver o rosto dela por lá.

-- Deixa de bobagens amor, primeiro que não vai interferir em nada em seu trabalho, vai ser no próximo feriado que vai cair numa quinta-feira. Não se preocupe dou um jeitinho de conseguir uma folguinha para você.

-- Hum, como vai fazer isso. Não vai dormir com meu chefe não é.

-- Te amo sabia. Cada coisa que você fala que nem merece dar um retorno. Primeiro que não gosto de homens e segundo que o seu chefe é um dos clientes da firma que trabalho, que por coincidência vamos nos ver amanha. A propósito já que você está com esta cara de boba tenho de dizer que você vai comigo a uma festa amanhã.

-- Festa, que festa, não estou sabendo de nada. Por que não me disse.

-- Por que queria que você ficasse doida tentando se arrumar. Amor não fica com esta cara, foi uma brincadeira. Pois bem é o seguinte, a empresa vai propor uma sociedade com o fórum municipal, e terei de trabalhar mais. È uma espécie de projeto para diminuir os processos que estão arquivados há muito tempo. Vamos atender um limite de pessoas gratuitamente e alguma renda que seja necessária o governo vai cobrir. Mas tudo já foi aprovado.

-- E o que isso tem a ver comigo, acha que as pessoas vão gostar de me ver por lá. Nem vão saber quem eu sou. Vão se perguntar, quem é a maluca com a Fabiana. Ai vou morrer de vergonha e vou ter vontade de enfiar minha cabeça num buraco, e digo mais vai ser culpa sua.

-- Você é minha mulher, sei que nem todos sabem que sou lésbica mas pode deixar que não vou deixar ninguém falar mau com você do meu lado. Vamos ter de conhecer algumas pessoas que terei de trabalhar. E uma assessora que estará trabalhando diretamente comigo. Não guardei o nome dela, mas pareceu ser uma ótima pessoa ao falar com ela pelo telefone.

-- Hum. Espero que não saia do profissional, você já tem dona.

-- É bom mesmo que tome conta do que é seu senão saio por ai pelas baladas agarrando geral. – Depois de dizer isso Fabiana levou uns tapas de Karol que não gostou nadinha do que ela falou.

As duas tomaram banho apressadas. Fabiana levou Karol no trabalho dela e foi direto para o fórum, apesar de ter o jantar comemorativo sobre a parceria, já teria de começar a trabalhar com a assessora. Chegou trajando um terninho preto com uma blusa azul clara. Sapato social de salto preto e uma maleta azul marinho. Aguardou cinco minutos e foi anunciada pela secretaria que a assessora estava disponível.

-- Como vai. Você deve ser Fabiana Andrade. Sou Bianca Nazar. Sente-se teremos o dia inteiro para colocar o assunto em dia. Primeiramente quero me desculpar por não tê-la recebido pessoalmente estava com alguns empresário na linha. Esta vida dura de angariar fundos para instituições sociais tem hora que leva uma burocracia enorme e nos faz perder um tempo precioso. – Fabiana ficou boquiaberta com a mulher a sua frente. Era muito linda e tinha um ar tão serio e sedutor que ficou sem palavras.

-- Não, que isso. – Foram as únicas palavras que conseguiu dizer. Parecia abobada com a presença da mesma.

-- Então já que vamos passar o dia juntas ou melhor os próximos meses que tal um café.

-- Tudo bem. Me diga você sempre trabalhou com este tipo de projetos.

-- Minha adolescência foi uma rebeldia que só. Mas depois que levei um fora percebi que tinha feito muita burrada na minha vida e estou consertando tudo. Apesar de ainda ter um acontecimento que gostaria de consertar mas este parece ser impossível de resolver.

-- Alguma coisa grave.

-- Não muito. Uma ex a qual tratei muito mal, queria me reconciliar com ela, mas ela praticamente sumiu do mapa.

-- Não conseguiu falar com os familiares dela.

-- Bem, ai está o maior problema. Fui muito má com ela. E provavelmente não querem que eu chegue perto dela novamente. Não os condeno, mas queria pelo menos pedir perdão a ela. E você, está envolvida com alguém.

-- Sim, estou praticamente casada com uma mulher linda e atenciosa. As vezes bobinha mas é o que mais me atrai nela. Vou fazer o pedido oficial em uma reunião familiar na próxima semana.

-- Meus parabéns. Quando encontramos o amor temos de fazer de tudo para que dê certo. Fiz uma bobagem na minha vida, não gostaria que outras pessoas passassem pelo que passei. Bem vamos ao trabalho, pelo visto não vamos sair daqui tão cedo.

As duas voltaram ao trabalho. Estavam realmente se dando bem, pareciam ter uma sintonia como se tivessem trabalhado juntas por anos. Enquanto isso no trabalho de Karol ela estava ajudando Claudia a arquivar uma documentação usada recentemente quando esta teve um desmaio súbito e por pouco não caiu no chão. Maicon foi mais rápido e conseguiu evitar a queda, já que também estava ajudando a carregar as caixas mais pesadas. Levaram-na para o hospital e ela precisou ficar internada de repouso, pois fariam alguns exames para saber a causa visto que ela estava com uma aparência meio anêmica. Karol achou melhor ficar com ela de acompanhante, não poderia deixar a amiga sozinha numa hora daquelas.

Ligou para Fabiana e avisou que iria dormir no hospital. Contou o ocorrido para ela e sentiu um alivio por Fabiana ser tão compreensiva. Pediu que se fosse possível antes de ir ao trabalho trouxesse algumas roupas, pois não daria tempo de passar em casa e como seriam liberadas por volta das 10 da manhã. No dia seguinte Fabiana fez como o combinado e levou algumas coisas para Karol, deu um beijo nela e foi para o trabalho, não esquecendo de avisar sobre o jantar.

Enquanto preparava um almoço para as duas, Karol queria entender por que do desmaio repentino de Claudia. Mas esta explicou que estava com muito estresse e que este foi o motivo. Mas que iria se cuidar mais.

-- E você e a Fabiana, como estão. Aquela melação de sempre, ou cresceram um pouco.

-- Nem inventa você esta é com inveja. Estou adorando cada minuto que passo com ela. Amanhã ela vai me levar num jantar ou festa com o pessoal do trabalho dela. Não estou muito animada não, mas não quero desapontá-la.

-- Sinto cheiro de problemas. O que está acontecendo mesmo.

-- Não sei, mas a Fabi tem falado de uma tal assessora, estou com medo de ela me deixar para ficar com esta talzinha. Vontade de bater nela, mas sei que na sou assim. Mas to morrendo de medo de encontrá-la, por que não sei qual será minha reação.

-- Sei que você não é violenta, desde que te conheci acho que nunca nem levantou a voz para ninguém. Ai às vezes você me cansa, é um poço de perfeição.

-- Não sou assim não. Às vezes eu erro, aliás, erro mais que acerto. Hum e você e o Maicon, como estão. Parece que a coisa está mesmo ficando séria.

-- Na verdade está. Estou amando passar os dias com ele. Engraçado como as pessoas ficam anos convivendo com a gente e do nada parece que a percebemos. Estamos trabalhando há tanto tempo e só agora o desejo veio. Essa vida é muito engraçada.

-- Eu que o diga, esperei o amor da minha vida quando este estava bem do meu lado sempre. Bom que sou um pouquinho boa na cozinha, senão iríamos comer miojo. Nossa a Fabi sabe cozinhar que é uma beleza.

-- Fica fazendo propaganda da mulher que você tem, daqui a pouco vai ter de competir com uma penca de mulheres.

-- Só falo para você. Acha que não fico de olho grande pra cima das outras mulheres. A Fabi é minha, só minha.

-- Possessiva você heim.

-- Claro, tenho de proteger o que é meu de olhos famintos.

-- Nossa só você mesma para me fazer rir num momento como esses. Você é minha melhor amiga, adoro este seu jeitinho. Poderíamos ter ficado juntas sabia.

-- Não daria certo, você é bi.

-- E dai. – Claudia pegou os guardanapos e colocou na mesa junto com os pratos e talheres.

-- Somos somente amigas. E pra mim isto já basta.

-- Nossa, magoei agora. Mas estou de brincadeira, adoro tentar fazer raiva em você. Você e a  Fabi se merecem. Parece que nasceram uma para a outra.

As duas terminaram o preparativo do almoço e ficaram conversando sobre amenidades e sobre o jantar de logo mais a noite. Karol estava apreensiva com medo de alguma coisa dar errado mas por sorte Claudia a ajudou bastante, a tranqüilizando sobre algum problema que pudesse acontecer.

Assim que Maicon chegou para cuidar de Claudia esta deu um forte abraço na amiga desejando sorte no jantar, pois Karol ainda estava muito nervosa. Fabiana buscou Karol na casa de Claudia, entrou um pouco desejou sorte para Claudia e foram para o apartamento delas para se aprontarem para o jantar. Demoraram mais de duas horas para ficarem totalmente prontas e cada uma gostou do que viam.

-- Se não fosse por este jantar você não me escapava esta noite, estou adorando cada detalhe seu meu amor. Você esta linda demais.

-- É, tenho de ficar não é. Já que tem uma mulher na sua cola agora.

-- Amor deixa de ciúmes bobo, eu só quero você. Agora vamos que senão chegamos atrasadas. Não vou gostar nada disso, o pessoal do trabalho babando por você. Acho melhor te trancar em casa. – Karol arregalou os olhos, não acreditando no que Fabiana havia dito. – Amo quando você fica com esta cara de boba. Acha que teria coragem de fazer uma coisa dessas amor. Tem hora que você parece de outro mundo.

As duas terminaram tudo que tinham para fazer e foram para a festa. Fabiana foi muito educada e atenciosa ao apresentá-la. Ficaram o tempo todo juntas, não se desgrudavam um minuto sequer. Quando avistou Bianca em um canto do salão, Fabiana levou Karol para conhecê-la.

-- Karol quero que conheça a assessora com quem vou trabalhar pelos próximos meses, seu nome é... – e foi interrompida por Karol que não menos pasma soltou sem nenhum entusiasmo.

-- Bianca.


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CAPÍTULO 3
CAPÍTULO 2
CAPÍTULO 1

terça-feira, 15 de março de 2011

Segredos, Mentiras e Emoções - Capitulo 4

As duas saíram e o advogado se encarregou dos últimos detalhes para retirar Alex da delegacia. Terminado todos os detalhes o delegado foi falar com ela.

-- Bem Alexssandra, sabe que não podemos manter menores presos em celas com bandidos e delinqüentes. Consultei o advogado e como você optou em não acompanhar nenhuma das duas, você irá para um colégio interno até que complete a maioridade. Você sairá daqui direto para este colégio. Mas não se preocupe, não parece ser um lugar horrível.

-- Mas, não tenho como pagar por nada disso. Se bem que já faço idéia que elas vão pagar. Que seja. Pelo visto estou nas mãos delas novamente. – o delegado não soube o que dizer depois que Alex jogou aquelas palavras. Aguardou o advogado que iria acompanhar Alex até o colégio entrar e desejou boa sorte a ela.

Antes de saírem da delegacia Alex retirou o anel do dedo e o jogou no lixo. Logo depois foi levada pelo advogado para o colégio. O anel foi recolhido por Kevin que iria encaminhar para Susan. Foram quase meia hora de viagem sem nenhuma palavra dita durante o percurso. Alex passou todo o trajeto olhando a estrada se afastar. Não conhecia o caminho que pegaram, mas sabia que sua vida estava a um passo de ser mudada. Chegando ao colégio foi recebida pela secretaria da Diretora que se encarregou de levá-la ao quarto. No caminho explicou algumas regras. No quartinho pequeno em que Alex foi instalada havia uma cama de solteiro, mas que parecia ser confortável, uma escrivaninha e um pequeno guarda roupa. Na cama havia uma bolsa e Alex já foi informando que não era sua. A secretaria disse que todas as internas recebiam uniformes e algumas vestimentas para uso no colégio.

Assim que a secretaria saiu do quarto Alex abriu a mala e começou a ver as roupas, eram no total seis conjuntos do uniforme utilizado pelas garotas, sendo que eram três saias, três calcas, três blusas de manga curta e três blusas de manga comprida, todas com o símbolo da escola. Além dos uniformes também haviam dois pijamas, três pares de sapato e um par de chinelo, fora as roupas intimas. Tudo parecia novo e a maioria lembrava o gosto de Alex por roupa. Veio logo a mente que seriam roupas do estilo de Susan, mas quando pensou nela, preferiu tentar pensar em outra coisa.

Ficou no quarto com a mente longe. Sabia que estava naquele colégio com um único propósito, aguardar que a audiência fosse marcada para novamente seu destino estar nas mãos de Susan ou de Bárbara. Aquilo já estava se tornando uma constante em sua vida. Saiu no horário para jantar acompanhada desta vez por uma aluna encarregada de mostrá-la todas as regras.

Kátia Lima foi a garota escolhida para esta tarefa, chegou no quarto de Alex e bateu com calma.

-- Oi, sou Kátia Lima. Estamos no mesmo dormitório. Como fui escolhida para ser sua guia vou te mostrar como as coisas funcionam por aqui. Já te digo uma coisa, a diretora é muito rigorosa, não deixa a gente fazer quase nada. Mas pelo menos nossa salvação são os finais de semana que podemos ir pra casa dos nossos pais, e mesmo aqui muda algumas coisas, pois realizam mais atividades de lazer. Qual é mesmo o seu nome?

Alex deu um sorriso para a garota tagarela a sua frente, gostou dela de cara, parecia ser o tipo de amiga que precisava naquele momento.

-- Sou Alexssandra Kelly. Prazer em conhecê-la.

As duas saíram juntas e Kátia foi mostrando onde ficava cada departamento, banheiros, salas de aula, biblioteca e outros locais que pudessem ser de interesse de Alex. Logo em seguida foram para o refeitório, onde rezaram uma Ave Maria e uma outra oração desconhecida por Alex. Assim que terminou de jantar, Alex foi direto para o quarto, queria ficar sozinha, mesmo que Kátia a tivesse chamado para conversarem um pouco. Por volta das oito horas ouviu alguém bater em sua porta, eram três garotas, incluindo Kátia. Falaram que estavam indo ao porão para conversarem e fumarem. Alex não queria ir, mas sabia que não iria adiantar ficar presa para sempre no quarto. Tinha de começar a dar um novo sentido em sua vida. Enquanto caminhavam notou que o vigia do colégio, não parecia ser muito eficiente. Logo chegaram ao porão, este estava escuro, mas Paula acendeu um lampião e as quatro se acomodaram em alguns colchonetes jogados pelo chão.

-- Este é nosso esconderijo, sempre viemos aqui, para fofocar, contar piadas, passar o tempo livre, fumar, sei lá. Fazemos o que temos vontade. Alex estas são Paula e Andréia. Tem dia que o melhor e vim pra cá e esquecer o que passamos.

--Você é algum tipo de marginal Alex? Perguntou Paula olhando desafiadora para Alex. – Fiquei sabendo que estava presa.

Alex sustentou o olhar, mesmo sabendo que estaria ali para ser sabatinada por perguntas das três.

-- Por que, ficou sabendo de alguma coisa a meu respeito. E como soube disso.

-- Olhei sua ficha.

-- Olhou a ficha dela. Mas como, a senhora Martins sempre está na sala, e nunca a deixa destrancada.-  Andréia ficou interessada no que Paula contou.

-- Tenho minhas fontes.

-- Sei. Te conheço bem viu. A Paula é o tipo de garota que você não pode se tornar inimiga viu Alex. Está dai é uma cobra.

-- E você não. Se eu tenho meus métodos para conseguir as coisas não quer dizer que eu venha a ser uma cobra.

-- Ok. Deixa eu te alertar. Teve uma vez que a Paula tirou fotos de uma professora em momentos íntimos com o namorado. Espalhou estas fotos em alguns armários só por que tirou uma nota ruim. A professora foi embora e nunca mais soubemos noticias dela.

-- Eu adorava ela. Andréia suspirou quando disse isso.

-- Claro você é uma sapatão. Ela era muito gostosa, mas não era para o seu bico. – Paula disse isso com um sorriso de canto.

-- Não sou não.

-- Seu rosto não mente. Sapatão convicta.

Andréia saiu chateada do porão. Não queria mais escutar nada que viesse da boca de Paula. Estava chateada com ela, principalmente porque as duas tinham um romance secreto. Mas Paula não queria de modo algum que alguém ficasse sabendo.

-- Deixa ela de lado. Alex você é gay.

-- Queria ser.

-- Sério. Como assim, já ficou com alguma mulher. - Kátia a olhou diferente.

-- Não. Nunca. Mas acho que vou tentar qualquer dia. Sempre tive amigas que eram um pouquinho pra frente. Mas já beijei uma garota. Foi interessante.

-- A Paula é. Mas adora maltratar quem não é. Parece que tem raiva das pessoas.

-- Não é isso. E além do mais eu sou bissexual. Não sou gay.

-- Dá na mesma. Se você fica com os dois, em parte você é gay.

Enquanto conversavam ouviram os passos de alguém descendo as escadas. Logo em seguida apareceu a professora Alice com uma lanterna.

-- O que estão fazendo ai. Saiam logo e vão para seus quartos, aqui não é ponto de encontro.

-- Droga é a professora Alice. Ela é uma pessoa horrível, você vai ver quando tiver aula com ela. Vem, vamos embora. Você ficou no ultimo quarto não é. Aquele quarto é lenda sabia, parece que nunca deixaram alguém lá. Era como se fosse um quarto feito para castigar alguém. - Paula ficou fazendo perguntas enquanto caminhavam pelos corredores, queria saber tudo sobre a vida da nova interna, mas não conseguia obter muitas respostas, pois Alex fazia o possível para manter sua vida mais discreta.

-- A Susan Swanson é meio sócia deste colégio, você ficou sabendo. Parece que ela tinha um projeto de criar este colégio com a intuição de ajudar quem não podia pagar para estudar, mas a maioria das meninas que ficam aqui são ricas, pelo menos eu não sou, mas a maioria é.

-- Não sabia que ela financiava um colégio interno. - Alex ao mesmo tempo que ficava por dentro da história, percebeu o porque tinha sido mandada para lá.

-- Daria tudo para conhecer uma das filhas dela. Imagine se eu namoro uma delas, minha vida fica ainda mais perfeita. Posso até parar de estudar, imagine elas são podres de ricas.

-- Qual delas Paula. – Perguntou Kátia.

-- Ela tem três filhas, é claro que gostaria de conhecer as mais velhas ora. Não sou tarada.

As três riram e continuaram caminhando.

-- Não acho que iria gostar delas, talvez da menor.

-- O quê. Como assim a menor. E você as conhece por algum acaso.

-- Modo de falar. Disse a menor por que poderia ser tipo uma irmã mais velha para ela. As outras duas, não gostaria de ver nem pintadas. E as conheço por revistas, internet e tal. Elas devem ser muito metidas. - Alex falou com um pouco de irritação na voz.

-- Ai quando aquela Sthefany vem aqui eu babo. Ela é gostosa demais. Mas tem uma quarta, parece que é adotada, ou sei lá, nunca entendi exatamente a história dela. Parece que é gêmea da Verônica, mas também pode ser filha de uma advogada. Uma coisa muito estranha. Parece que não sabem o que é exame de DNA.

-- É claro que sabem não é Paula. Mas veja bem, esta história tá dando este pano de fundo a anos, todos os envolvidos estão lucrando com isso, acha que eles não sabem entre si quem são os verdadeiros pais. É claro que tem mais por trás de tudo isso. Alex amanhã a gente se encontra, tchau.

-- Tchau meninas. Obrigada pela saída, adorei falar com vocês.

As três entraram nos respectivos quartos. Enquanto arrumava a cama Alex pensou no que Kátia havia falado. Era certo que com o exame de DNA já tivesse sua dúvida sanada, mas por que toda vez que fazia o exame dava exatamente a mesma porcentagem para os dois casais. Mas quem iria armar para ela e porque. Qualquer uma das duas famílias tinha recursos financeiros suficientes para fazer qualquer coisa. Mas como poderia descobrir de quem era filha se até mesmo em clinicas diferentes o resultado obtido era o mesmo.

“Melhor pensar nisso uma outra hora, tenho de bolar um modo de sair daqui. Se a Susan acha que vai mandar em mim novamente, esta enganada, vou sair daqui, ser emancipada e viver minha vida longe dessa gente.”

CAPÍTULO 2
CAPÍTULO 1

domingo, 13 de março de 2011

I Cant Think Straight


Um dos melhores filmes já produzidos com a temática lésbica. Nem só de sexo vive um filme, este mostrou isso. As cenas todas foram incriveis, só não foi mais por que não entendo muito espanhol kkk. Mas tudo bem, deu para entender tudo, depois de ver o filme pela milésima vez, e verei outras mil, pois vale a pena. I Can't think straight é um filme de 2007 rodado na Inglaterra e que traz nos papeis principais Lisa Ray (Tala) e Sheetal Sheth no papel de leyla. O filme fala sobre o casamento de Tala mas que logo se vê apaixonada por Leyla uma jovem escritora. As duas passam por algumas dificuldades até viverem intensamente o amor. O filme é muito bom mesmo, vale a pena conferir.



Assim que for possível coloco os links por aqui. Beijos a todos.

sábado, 12 de março de 2011

Novo Capitulo de web

Vocês vão me ajudar a colocar mais alguns capítulos na web. Me digam alguma coisa que a Karol ainda não passou e que eu possa incluir. Prometo dar crédito a quem indicar uma coisa que falte, pois a web já está no fim. Somente até 13/03.

Ah como ainda não escrevi o último episódio da chances de fazer um capítulo com o que vocês acham que falta incluir.

Beijão meninas.

Os Dilemas de Karol - Capitulo 14 – Uma noite caliente

Saí da empresa bem mais tarde do que esperava, estava morta de cansada. O que mais queria era cair na cama e dormir. Cheguei e fui direto para o banheiro nem notei se a Fabi havia chegado. Pelo visto não, pois não tinha barulho algum no apartamento. Entrei no banheiro e joguei a roupa num canto. Fiquei pouco tempo no chuveiro, queria mesmo era deitar nem que fossem cinco minutinhos. Tinha passado o resto da tarde toda em pé ou curvada de modo a pegar os documentos no arquivo. Está bem que não sou uma mulher de idade, mas ficar muito tempo na mesma posição causa uma dor danada. Vesti uma roupa qualquer ao sair do banheiro, acho que até peguei alguma blusa da Fabi. Sem pensar duas vezes me atirei na cama e logo já ressonava.

Acordei com um cheirinho gostoso que vinha da cozinha. Levantei ainda meio trôpega, mas colocando meus sentidos em ordem. Logo vi que minha mulher estava brigando com as panelas. Fiquei admirando aquela mulher linda fazendo o jantar. Quando ela me viu veio em minha direção e me deu um beijo maravilhoso.

-- Sinto não poder continuar, mas tenho que fazer um jantar para minha esposa. Vê se não fica por perto para tirar a minha concentração. – Deu uma gargalhada e me beijou de novo.

-- Então eu tiro sua concentração. – Perguntei olhando direto em seus olhos.

-- Espera depois do jantar para você ver o quanto você me deixa desconcentrada. Como foi no trabalho hoje meu amor, cheguei e você estava isolada na cama. Aconteceu alguma coisa lá. – Fabiana pareceu muito preocupada, não queria que sua mulher trabalhasse em um local que não fosse adequado para sua saúde, ou que explorasse os seus serviços.

-- Não se preocupe minha vida, foi somente uma pequena tarefa. Geralmente quando estamos para fechar um grande negócio, fazemos o possível para que as coisas saiam o mais rápido possível e também com qualidade. O meu trabalho é tranquilo, uma vez ou outra que ficamos nesta correria. Mas e o seu dia, como foi. Não quer que eu a ajude na cozinha.

-- Não precisa, dentro de dez minutinhos tudo estará perfeito. - Fabiana deu um beijo no rosto de Karol e foi terminar os preparativos para o jantar. Como previsto dentro de dez minutos tudo estava perfeito. Colocou o som para tocar as musicas que havia selecionado para aquela noite. Todas românticas e com um ritmo calmo. Na mesa toda a refeição mais um buquê de rosas vermelhas para enfeitar. Tudo estava do jeito que havia planejado.

Karol não havia trocado de roupa e quando viu que tudo estava preparado com muito requinte queria voltar para o quarto para se trocar. Imaginou que estava simples demais.

-- Deixa de bobagens amor, eu também estou com roupas comuns. Não vá querer estragar nossa noite por que acha que não estamos vestindo apropriadamente. Veja estou usando uma bermuda e estou de chinelo. Não vai vestir como se tivesse em um restaurante, estamos em nossa casa. Agora sente-se que a noite está apenas no começo.

As duas ficaram saboreando os pratos que Fabiana aprendeu pela internet. Estava muito bom mesmo. Quando já estava satisfeita, Karol foi presenteada com mouse de chocolate que adorava. Não sabia como Fabi tinha feito, mas ficou melhor do que a mãe fazia. Estava tão a vontade que acabou repetindo a sobremesa. Fabiana só observava o rosto feliz da sua mulher enquanto ela terminava de comer o mouse.

-- Tem certeza que não vai querer mais amor. Você é uma excelente cozinheira. Se soubesse disso teria feito você fazer todas as coisas que adoro.

-- Com o tempo vou fazendo. Quero que você tenha muita energia, por que vou gastá-la todos os dias.

O rosto de Karol corou e Fabiana soltou uma gargalhada.

-- Amor, você é muito tímida. Será que não vai se soltar nunca foi só um comentário que vou realizar sempre. Adoro te ver assim por que sei que na cama você é bem mais soltinha.

-- Estou tentando me acostumar, afinal faz anos que não me envolvo com ninguém, sempre ficava em casa vendo filmes e navegando na internet, agora que tenho você, não sei se posso fazer umas coisas, pois tenho medo de você ficar chateada.

-- Menos não é amor. Sabe que pode falar e contar comigo sempre. Vem, vamos dançar um pouco. Quero que nossa noite seja espetacular.

As duas dançaram ao som de “It's Your Love - Jo O'meara”. Ficaram abraçadas enquanto a musica tocava. Vez por outra Fabiana beijava o pescoço de Karol, fazendo com que esta se arrepiasse. Passaram um bom tempo abraçadas curtindo aquele clima romântico. Logo em seguida Fabiana disse que iria ao banheiro e aguardaria Karol na cama. Colocou um conjunto de baby-doll azul claro, pegou uma revista e deitou na cama enquanto aguardava por Karol.

Karol viu naquele momento uma ótima oportunidade para mostrar a ela a camisola que havia comprado. Era uma camisola transparente vermelha com mangas longas e detalhes de renda nas pontas. A calcinha que acompanhava era praticamente um fio dental de tão pequena. Karol para comprar aquelas peças teve de entrar na loja completamente iluminada com óculos escuros e boné de pescador. Parecia mais uma agente disfarçada do que uma compradora. Quando pagou e saiu da loja, respirou tão fundo que achou que seus pulmões nunca tinham recebido ar na vida, tamanho foi o movimento que fez por se sentir aliviada.

Para completar o visual estava de pantufas rosas que em nada faziam par com a roupa sexy. Chegou na porta do quarto ainda temendo que Fabiana não gostasse ou pior, que já estivesse dormindo. Caminhou devagar e parou na porta esperando a reação de Fabi que não foi outra senão jogar a revista para um canto do quarto e abrir a boca com a imagem que via.

-- Minha nossa! Está querendo me matar de tesão amor. Você está toda linda, mas tem um detalhe em tudo isso que não vai dar certo. – O olhar de Fabiana era quase indecente, percorria o corpo de Karol com tanto desejo que demonstrava em seu olhar.

Karol logo pensou nas pantufas, e quando já ia abrir a boca para explicar que não estava com um conjunto completo, por que nele não incluía as pantufas que ela só as estava usando por que o chão estava muito frio e ela não queria andar descalça. Mas Fabiana a interrompeu desviando qualquer desculpa que pudesse dar naquele momento.

-- Você está vestida demais.- Fabiana levantou da cama e foi ao encontro de Karol. Passou os braços ao redor da cintura dela e a puxou para perto de seu corpo. – Se esta querendo me matar de vontade, não vai conseguir e te digo mais. Que bom que já dormiu um pouco, por que não vejo a hora que vamos terminar. – E dizendo isso tomou os lábios de Karol em um beijo urgente, mas cheio de desejo. Enquanto a guiava até a cama, sentiu necessidade de também fazer uma surpresa para Karol, mas não havia comprado nada. Deitou-a na cama e começou a fazer uma dança sensual retirando as poucas peças que vestia. Karol admirava e sentia uma vontade de puxá-la para a cama. Assim que a ultima peça foi tirada, Fabiana deitou seu corpo nu ao de Karol que ainda vestia a camisola.

Fabiana percorria cada detalhe com as mãos provocando arrepios por onde passava. Removeu a camisola bem devagar, queria prolongar ao máximo todos os detalhes daquela noite. Passava a língua por cada parte do corpo descoberto de Karol. Demorou nos seios o que para Karol era uma eternidade. Enquanto sugava um seio acariciava o outro com a mão. Logo em seguida demorou um pouco na barriga deliciosa de sua mulher e quando chegou na calcinha, percebeu que era uma calcinha comestível. Imaginou que Karol sequer tinha notado este detalhe, mas não importava agora, estava querendo dar prazer a sua mulher, e aquela noite era o dia.

Lambeu a calcinha por cima e percebeu que Karol estava extremamente molhada. Abriu ainda mais as pernas dela e se encaixou no meio, de modo que pudesse fazer tudo que estava em sua mente. Ficou passando a língua no meio da calcinha quando começou a comê-la com vontade. Karol não estava entendendo, mas isso não importava o prazer que Fabiana estava lhe proporcionando era melhor do que qualquer coisa. Assim que encontrou um espaço Fabiana introduziu dois dedos em Karol que gemia alto entre uma estocada ou outra. A noite para as duas parecia não ter fim, estavam excitadas demais para deixar para outra hora. Ficaram por horas se amando até caírem exaustas na cama. Fabiana abraçou Karol por trás e logo em seguida dormiram.

Foram acordadas pelo barulho insistente do telefone as seis da manhã Não tinham dormido nem duas horas de sono. Karol levantou e foi atender, escutou a pessoa do outro lado da linha e quando identificou quem era levou o telefone para Fabiana.

-- Amor acorda. O seu pai está na linha. E pra variar não gostou nem um pouco que tenha sido eu a atendê-lo.

Fabiana deu um beijo em Karol e atendeu ao telefone ali mesmo no quarto. Karol aproveitou e foi tomar um banho. Não queria ficar no caminho deles novamente.

CAPÍTULO 13
CAPÍTULO 12
CAPÍTULO 11
CAPÍTULO 10
CAPÍTULO 9
CAPÍTULO 8
CAPÍTULO 7
CAPÍTULO 6
CAPÍTULO 5
CAPÍTULO 4
CAPÍTULO 3
CAPÍTULO 2
CAPÍTULO 1

sexta-feira, 11 de março de 2011

Britney Spears

Inaugurando a Seção as Mulheres Lindas que nasceram para fazer a gente babar, está minha Diva, linda e poderosa Britney Spears. Tentei escolher seis fotos que são a quantidade de fotos que tenho postado, mas não dava, tive de escolher mais, não dava para deixar umas de fora, se bem que deixei tantas e tantas lindas para colocar estas escolhidas. Mas se fosse postar cada uma teria de escrever mais de mil postagens. Nem vou escrever sobre inicio de carreira ou situações pelas quais ela já passou, pois todo mundo já está cansado de saber pelos noticiários ou páginas e páginas na internet. Vamos as fotos que é o que mais interessa, além dela é claro.

Não tenho nem a quantidade de vezes a qual vi Britney Spears - Live From Las Vegas. Só digo que foi mais que muitas. Adoroooo.



Segredos, Mentiras e Emoções - Capitulo 3

-- Ei pare com isso. – Anne tentou afastar Keyla de Alex. – O que você esta fazendo? – Conseguiu afastar Keyla de Alex. Como se já fosse algo corriqueiro o nariz de Alex voltou a sangrar.

-- Esta garota ai, ela é filha da Susan Swanson. Deve está aqui para fazer alguma pegadinha ou sei lá. Não vou me prestar a nada que essa gente faça para ganhar dinheiro. - A garota parecia muito alterada e olhava furiosa para Alex.

-- Deixa de ser besta, esta maltrapilha aqui. – Anne falou rindo da cara de Keyla.

-- Tente se lembrar. A Susan tem quatro filhas. Lembro-me bem, ela deve estar aqui por algum motivo. – Não conseguia tirar da cabeça que tudo aquilo era uma pegadinha. – Aposto que estão querendo envolver a gente nisso pra dar mais dinheiro pra eles.

-- É, talvez eu tenha roubado um supermercado por que eu queria, ô garota eu sou pobre, se fosse filha dessa mulher ai, ela estaria aqui para me ajudar. Não sei por que todo mundo me confunde com esse povo. Se tivesse a grana deles estaria longe desta cidade.

-- Ela pode tirar a gente daqui. – disse Keyla olhando fixamente para Anne.

-- Não sei como. Meu nome e Alice Dumont. Não conheço estas pessoas que você falou. Agora me deixe em paz sua doida. – Alex tentou se mostrar forte, mas no fundo estava morrendo de medo de ficar naquela cela. Quando não tinha a sombra de Susan no seu caminho às coisas sempre davam mais certas. Continuou evitando ficar perto de keyla, uma garota de mais ou menos 1,80, de massa corpórea bem mais acentuada que a dela. Enquanto media 1,70 percebia que keyla dava quase duas dela. Se brigasse novamente levaria outra surra.

-- Ouvi chamarem você de Verônica. – Anne disse com uma cara que não estava acreditando muito no que Alex falara há pouco. – Foi o momento em que Alex sentiu mais medo, pois deveria ter pensado em outro nome. Por que o nome da irmã foi entrar na história. Estava era se complicando cada vez mais com as mentiras que falava.

-- Não disse, a Susan tem uma filha chamada Verônica.

Keyla estava furiosa, conseguiu se livrar dos braços de Anne e partiu para cima de Alex novamente. Ambas ficaram se batendo com uma vantagem maior por parte de keyla, até serem interrompidas por um policial que com a ajuda do cassetete usou de violência para afastar as duas.
   
-- Da próxima vez, deixem a rixa para quando estiverem fora da delegacia. – Disse o policial impaciente.

-- Só veio rápido por que ficou com medo que eu machucasse a filhinha da Susan Swanson. Só por isso, se não tivesse mesmo nada a ver com televisão não teria chegado tão rápido. Aliás, nem teria vindo, pois para vocês nos não fazemos diferença se estamos precisando de algo ou não.

-- Filha da Susan. Está daí. – O policial já ia rir do que keyla disse quando reparou bem o rosto de Alex. Logo em seguida saiu e foi falar com o delegado que ainda conversava com o detetive Kevin. Bateu e foi recebido um pouco impaciente pelo delegado que não gostava de ser interrompido quando estava em reunião.

-- Perdoe-me senhor, mas aquela garota que prendemos à pouco é filha da atriz Susan Swanson.

-- Droga, por isso a reconheci. Estive em um caso há algum tempo atrás e conheci a família. O nome dela não e Verônica e sim Alexssandra Kelly. – Kevin falou meio eufórico.

-- Sem sobrenome. – Perguntou o delegado Lucas Batista de Azevedo.

-- Sim, parece que a família a disputa na justiça com outra família, também muito conhecida. A garota não tem um sobrenome específico por que não tem como saber com qual família ela poderá ficar. Ela é menor de idade, não tem nem 16 anos. Precisamos informar as famílias.

-- Traga-a logo aqui. – Disse Lucas se dirigindo ao policial que ainda aguardava com a porta entreaberta.

Em menos de cinco minutos Alex apareceu. Estava com o nariz sangrando e o olho um pouco avermelhado devido à briga. Lucas chamou o médico do departamento para avaliá-la, mas o mesmo não estava na delegacia, pois estava acompanhando um caso especifico no hospital.

-- O que vocês querem de mim. – Alex estava chateada por perceber que as coisas não estavam saindo como imaginava.

-- Por que não me disse de quem é filha. – O delegado perguntou impaciente.

-- Não faz o menor sentido, eu roubei, devo pagar pelo crime. Como disse não tenho família.

-- Não podemos mantê-la aqui. Você é menor de idade. – Lucas estava um pouco alterado principalmente se a imprensa soubesse que havia detido uma menor de idade e que ainda dividia a cela com marginais.

-- O trabalho não é meu de averiguar. – Cruzou os braços e ficou olhando para os dois.

-- Lembra-se de mim. – Kevin perguntou olhando direto nos olhos de Alex.

Alex olhou para Kevin, sabia quem era. Ele estava no caso quando houve um escândalo de roubo na mansão de Susan. Fingiu não conhecê-lo e desviou o olhar.

-- Nunca o vi na minha vida. Olha só, eu devo parecer com esta garota de que todos falam, mas não sou ela. Meu nome é Verônica Almeida. Roubei e devo ser punida.

-- O que aconteceu para você cometer um crime. – Kevin estava disposto a descobrir o que causara a mudança de atitude de Alex.

-- Só roubei por que estava com fome.

-- Ligamos para sua casa e sua mãe informou que você esta desaparecida desde ontem. Além disso, encontramos uns garotos com uma mochila que acreditamos ser sua.

Lucas entregou a mochila para Alex. Alex reconheceu na hora, pois tinha suas iniciais. Olhou se a fita continuava ali e por sorte estava. Pegou a fita e devolveu a mochila.

-- Posso ficar com a fita, o resto não é meu. Essas coisas não são minhas.

-- Mas quer a fita. – Kevin disso com um sorriso de canto nos lábios.

-- Ora, vou ficar com algo desta menina que todos ficam me comparando. Vá que um dia fico tão famosa quanto ela.

Os três continuaram conversando e em pouco tempo Susan chega justamente com Bárbara, além de um advogado contratado por Susan. Aproximou-se de Alex e tentou abraçá-la, mas Alex desviou, não queria se aproximar de Susan.

--Não preciso de sua ajuda. Quem é você afinal de contas.

-- Alex pare de dar-nos problemas. Arrependo-me do que eu disse e de como fiz todos ficarem contra você, mas estava nervosa, não imagina o que eu senti naquele momento.

Susan tentava a todo custo se aproximar de Alex que não conseguia olhar direto nos olhos dela. Ficava se desviando, não se permitia chegar perto dela. Queria se manter o mais longe possível dela. As cenas que havia passado no dia anterior vieram à tona e uma raiva começou a crescer em seu peito.

-- Quero voltar para a cela.

-- Não. O que há com você, não quer sair daqui. – Bárbara não conseguia entender a repulsa da filha diante delas. Como Susan, tentou se aproximar dela, mas do mesmo modo Alex se afastou. Parecia não querer nenhum tipo de contato com elas. Alex sentia falta do calor do corpo das mães, era um ponto fraco, manter-se longe era essencial para que a raiva não diminuísse.

-- Me deixa em paz sua doida, não conheço vocês. Só quero viver minha vida em paz, longe de tudo e de todos.

Alex afastou e ficou em um canto, cruzou os braços e ficou mordendo os lábios. Bárbara sabia que este gesto era uma fraqueza dela, olhou para a filha toda machucada com uma vontade enorme de levá-la para casa e cuidar dela. Mas sabia que enquanto ela tentava se manter distante, estava ainda mais indefesa. Lucas pediu para retirá-la da sala enquanto teriam uma conversa com as mães.

-- Pelo visto ela está muito magoada com alguma coisa. Sugiro que decida qual das duas irá levá-la. Não podemos manter uma menor trancafiada aqui. – Lucas tentava alcançar uma solução.

-- Ela vai comigo. Só preciso me desculpar. – Susan ainda acreditava que se falasse com a filha, tudo se resolveria.

-- Não mesmo, você causou tudo isso, ela é minha filha irá comigo. O que acha que está acontecendo na cabeça dela. Ela foi abandonada, expulsa, você não percebe que ela está destruída por dentro. Uma simples desculpa não irá fazer com que ela mude de idéia. Por Deus Susan, minha filha está presa, com diversos hematomas sabe se lá se estão em toda parte do corpo dela e você só pensa numa bobagem de desculpa e que tudo voltará como antes.

Bárbara começou a perder o controle de suas palavras e ações, se não fosse por Kevin entrar no meio das duas, Bárbara teria avançado em Susan.

-- Desculpe intrometer, não sei o porquê de ela estar deste modo, mas ela não parece querer ficar próxima a nenhuma das duas. Conheço pessoas decididas como ela, se a levarem a força seja lá qual das duas, com o ódio que ela está, ela pode cometer alguma coisa consigo mesmo. – Kevin entrou na conversa, tentando dar uma solução.

-- Minha filha não é uma suicida. – Susan tentou falar com propriedade.

-- Já vimos pessoas de índoles melhores fazer isso.

-- E o que você sugeri.

-- Poderiam levá-la para algum lugar neutro para as duas, e no qual também possa haver vigilância constante. Não há necessidade de ser na casa de um parente, podem decidir por um amigo da família. Vocês só terão que esperar que ela as aceite. Não podem forçá-la, se o fizerem estarão perdendo as chances de ter a confiança dela novamente.

-- Mas não quero fica longe de minha filha. – Bárbara não gostou nem um pouco da idéia sugerida por Kevin.

-- Que tal o colégio. Sou sócia de lá, informamos que não viemos buscá-la, mas que segundo ordens jurídicas ela terá de ficar no colégio até que saia a decisão do caso dela. Pelo menos lá ela vai estar segura e como é um colégio interno, só haverá saídas controladas.

-- Mas e as visitas. – Bárbara perguntou ainda não dando a resposta se aceitava ou não.

-- Os pais podem visitar os filhos sempre que julgarem necessário, além de que todo o final de semana as meninas ou fazem algum evento ou vão para a casa dos pais.

-- Vai ser horrível, mas só irei aceitar por que é para o bem dela. Vamos sair daqui como se a tivéssemos abandonado.

-- É só o tempo de acertarmos tudo. – Espero que ela compreenda que estamos fazendo isso para o bem dela.

CAPÍTULO 2
CAPÍTULO 1

quarta-feira, 9 de março de 2011

Os Dilemas de Karol - Capitulo 13 – Uma vida a duas.

O carro da mudança tinha acabado de chegar, era uma manhã de sábado e Fabiana aguardava sua mulher com muita expectativa. Trajava um shortinho azul que deixava suas pernas amostra e uma camisetinha branca que dava para ver a cor do sutiã que era preto, a camiseta acentuava ainda mais suas curvas. O cabelo em um rabo de cavalo e nos pés uma chinelo de dedo. Quando o carro de mudança chegou, recebeu Karol com o melhor dos sorrisos. Foi ao encontro dela e deu um abraço muito apertado.

Karol achou-a maravilhosa e morreu de ciúmes quando viu que o carregador não tirava os olhos dela. Seu rosto foi ficando vermelho o que não passou despercebido por Fabiana que logo a chamou pra ir ajeitando as coisas dentro do apartamento enquanto terminavam de descarregar. Enquanto se afastavam dos carregadores, perguntou em forma de brincadeira.

-- E este rosto vermelho. Não vai me dizer o motivo.

-- Não é nada.

-- Fala amor, deixa de ser boba e me conta por que ficou com esta cara.

-- Está bem já que vamos partilhar tudo, não acha que esta quase pelada não. O cara da mudança ta te comendo com os olhos.

-- Que bom!

-- O quê. Deixa-me ver se entendi direito, você não se importa se ele esta te desejando.

-- Não é isso. O que não me importo é com o olhar dele, mas sim com seu ciúme, pois demonstra que gosta de mim e se sente incomodada por que outras pessoas me olham. Não estou nua e deixo só uma pessoa me comer, entendeu amor. - Deu uma piscadinha para Karol que se fosse possível teria caído de costas.

Karol ficou ainda mais vermelha, principalmente por perceber que alguém se aproximava da porta. Por sorte era Claudia que veio ajudar na mudança da amiga.

-- Pelo visto está ai em seu rosto o motivo da mudança. - Disse Claudia rindo da maneira como deixou a amiga ainda mais desconcertada. Karol ignorou e foi para o quarto.

-- Vai ver ela ficou com tanta vergonha de ver o quanto te ama que foi se esconder um pouco. -Claudia falou para Fabiana que tentava descobrir um lugar para colocar uma poltrona e uma mesinha. Pediu que deixassem na sala e foi ao quarto falar com seu amor. A encontrou deitada na cama, olhando para o teto.

-- E então, cansou da mudança.

-- É tava dando muita bandeira olhando pra você, que preferi sair de lá, pelo menos até o pessoal da mudança ir embora.

-- Linda não precisa ficar assim, sabe que sou somente sua. Quer que traga algo para você enquanto fica aqui.

-- Não precisa to me acalmando e já vou. Fabi... você não mudou de idéia quanto a minha vinda para cá não é, pois eu sei que posso ser ciumenta as vezes, mas se isto te incomodar posso mudar de planos. Eu consigo um outro apartamento logo.

-- Meu amor, deixa de ser boba. Eu te amo do jeitinho que você é. Agora tira este bico do rosto, e vamos voltar lá pra fora. Afinal você tem de mostrar quem é a dona aqui e proteger o que é seu.

Disse isso com um sorrisinho nos lábios. Karol se deixou levar por Fabiana e foram terminar de arrumar as coisas. Entre pedidos de pizza e lanches terminaram por volta das cinco da tarde. Tudo estava organizado. Cada coisa em seu lugar. As três praticamente se jogaram no sofá. Ficaram ainda algum tempo conversando, até Claudia ir embora. O cansaço naquela noite deu lugar a um novo caminho na vida das duas. De sossego e tranqüilidade. Dormiram abraçadas no início da noite. Na manhã de domingo Fabi foi acordada com um café da manhã repleto de frutas, sucos e beijos.  Ficaram na cama pela manhã inteira, queriam curtir aquele primeiro dia de oficialmente juntas.  Foi como uma lua de mel antecipada. Não queriam sair nem para comer fora, fizeram o pedido do almoço e ficaram curtindo um dia calmo.

Na manhã seguinte Karol estava aguardando Fabiana sair do banheiro para entrar. Ficou uns dez minutos imaginando por que Fabiana demorava tanto no banheiro, mas não teve coragem de abrir a porta. Pouco tempo depois Fabiana saiu e percebeu que Karol não estava com uma cara muito boa.

-- Aconteceu alguma coisa, amor.

-- Nossa você demora todo este tempo pela manhã. Vou ter de levantar mais cedo se eu quiser chegar a tempo no trabalho.

-- Não acredito que você ficou aqui fora me esperando. Karol, você não tem idéia mesmo de como é um relacionamento a duas não é. Você poderia ter  entrado, não há necessidade de me esperar fazer tudo, só para depois você fazer as suas necessidades.

-- Mas você estava até cantarolando, não queria te atrapalhar.

-- Linda, não precisa ficar tímida. Se esqueceu que agora dividimos as coisas, não há necessidade de eu deixar a porta aberta, você pode entrar. Estava lá me maquiando. Se soubesse que estava me esperando não teria feito tanta hora.

-- Isso tudo é novo para mim, não sei como as coisas funcionam. Nunca morei com ninguém.

-- Pelo menos você tem a mim, que sou compreensiva e te amo tanto. Se eu contar pra qualquer pessoa, ninguém acredita. O que você gostaria de saber.

-- Você já morou com outra pessoa.

-- Não. E antes que alguma maluquice surja nesta sua cabecinha, não há necessidade de ficar com ciúmes, eu nunca morei com ninguém. Mas não é preciso ser gênio para saber que um casal não tem mais que viver como colegas de quarto. Agora pode ter certeza que vou fazer você ficar mais entendida na coisa.

Fabiana puxou Karol para dentro do banheiro, praticamente rasgou o baby-doll com a vontade que estava de amá-la ali. Karol não teve tempo nem de retrucar que estava atrasada. Uma Fabiana faminta já avançava a boca em seu sexo. Sentiu seu corpo se contorcer e quando o gozo chegou Fabi a amparou para que não caísse. Logo em seguida foram para o chuveiro e Karol fez tudo que Fabi havia feito com ela, só que mais demorado.

Chegou no trabalho atrasada e só foi perdoada por que Claudia inventou uma história muito louca e que funcionou. Mas já estava louca para saber o real motivo do atraso.

-- Vai desembucha, te salvei agora me conta tudo.

-- Não tenho nada para contar. Uai estou morando com a mulher de meus sonhos, estamos vivendo como se fosse uma lua de mel. Ai Claudia, ela é maravilhosa, espero que ela nunca se canse de mim. Ela lança um olhar em minha direção e minhas pernas ficam bambas.

-- Hum, pelo visto a flecha do amor te pegou de jeito. E então como esta a vida de casada.

-- Melhor impossível. Estou amando cada minuto. Já estou até doida pra voltar para casa. Antes de ir vou passar numa loja e comprar uma daquelas camisolas sexy. – Karol disse a última frase com um vermelhidão no rosto. Abaixou a cabeça com receio de que Claudia tivesse visto.

Claudia sabia que a amiga era tímida demais da conta e não queria prolongar aquele constrangimento, então concordou com ela.

-- Posso te dar uma dica, compra uma camisola vermelha ou preta ela vai te atacar literalmente falando. – Claudia abriu um sorriso com a cara que Karol fez. Parecia que ficou espantada ou com medo do que Claudia havia falado. – Deixa de bobagem Karol, o que estou dizendo é que ela vai ficar ainda mais apaixonada por você.

-- Ufa, achei que iria me atacar como um cão raivoso.

-- Karol, quantos anos mesmo você tem, nem parece que é adulta. Sabe que adoro brincar com esta sua inocência, mas tem horas que você exagera.

-- Só por que não me apresentaram todas as besteiras do mundo eu devo agir como uma. Ta bem que minha timidez é o máximo do máximo, mas pelo menos na sou pervertida.

-- Você é um peça. Não se preocupe a Fabi encarrega de fazer você virar a segunda opção.

Já estava pronta para reclamar quando recebemos uma lista com uma documentação que precisaríamos encontrar no departamento de pessoal da empresa, fora outros documentos que nos foram pedidos para organizar, e acrescentar no projeto. Cada uma pegou uma parte e voltamos para o trabalho sossegadas.


CAPÍTULO 12
CAPÍTULO 11

CAPÍTULO 10
CAPÍTULO 9
CAPÍTULO 8
CAPÍTULO 7
CAPÍTULO 6
CAPÍTULO 5
CAPÍTULO 4
CAPÍTULO 3
CAPÍTULO 2
CAPÍTULO 1

And Then Came Lola




Para mim um dos filmes que mais adorei nos últimos anos. É uma espécie de comédia misturado com drama, romance, ou seja muito divertido. Apesar do filme não ter várias horas, vale e muito a pena conferir cada minuto. And Then Came Lola, traz nos papeis principais as atrizes Jill Bennet, Ashleigh Sumner e Cathy Debuono. O filme inspirado em um dos grandes filmes da Alemanha, Corra Lola, corra conta a história de uma grande fotógrafa que tem sorte no trabalho e no amor, mas que se não chegar a tempo nos compromissos pode perder tudo. Aqui segue o  Trailer.

A história é muito divertida e as cenas muito boa de se ver. Então aproveitem o filme.